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Descobrir Monte Real

Termas de Monte Real

 

No interior do Pinhal de Leiria, as Termas de Monte Real, conjugam as memórias das estância termais clássicas, como a dinâmica das tecnologias e tratmentos modernos. Os efeitos terapêuticos desta água eram já conhecidos durante a ocupação romana, datando a sua exploração recente de 1807. Nascida à temperatura de 18 graus, esta água é bacteriologicamente pura, sendo recomendada para o tratamento das doenças do aparelho digestivo, reumático e musculo-esqueléticos e do aparelho digestivo. As termas dispõem de programas de relaxamento e bem-estar. As Termas foram totalmente reconstruídas em 2009 e dotadas com novos equipamentos e serviços.

No interior de uma frondosa mata de 24 hectares, nascem as águas de Monte Real, vila histórica rodeada pelo Pinhal de Leiria.

Estrutura turística: animação termal, ténis, badminton, minigolfe, circuito de manutenção, piscinas, parques, ciclismo, grutas, pesca, caça, tiro, monumentos, praias, concertos, exposições.

Indicações terapêuticas: afecções das vias respiratórias, afecções do aparelho digestivo, afecções reumáticas e músculo-esqueléticas.

A concessão destas termas foi atribuída a Olímpio Duarte Alves em 23 de Dezembro de 1916, tendo a área reservada de 100 hectares sido estabelecida por portaria de 12 de Outubro de 1932.

 

Estas águas, classificadas em 1940 como sulfatadas cálcicas e hipotermais, eram na época indicadas para as doenças do aparelho digestivo. Nesse ano, por falecimento do antigo director clínico, João de Bettencourt, era o médico adjunto, António de Melo e Maia, o responsável pelas termas.


Ainda nesse ano, trataram-se essencialmente doenças gastro-intestinais (66% do total), seguindo-se as doenças de fígado (25%) e de reumatismo (3%), representando as restantes doenças (diabetes, faringites e outras) os remanescentes seis por cento.

Estas termas registaram em 1938 a inscrição de 1.771 aquistas, 2.022 no ano seguinte e 2.028 em 1940.




Casa da Câmara de Monte Real

 

Edifício muito simples, de carácter rústico, antiga sede do extinto município de Monte Real, com planta rectangular e telhado com 4 águas.

 

Localização
Rua do Pelourinho da Vila - Monte Real
2425-046 MONTE REAL

Distrito: Leiria

Concelho: Leiria

Freguesia: Monte Real

Responsável: Palácio Sá da Bandeira Classificação: Considerado edifício de Valor Concelhio pelo Dec. nº 29/84, DR 145 de 26 Maio 1984 Data de construção: Séc. 17 / 18 Estilo arquitectónico: Arquitectura civil pública. Arquitectura popular.





Pelourinho de Monte Real

 

Constituído por uma coluna de fuste cilíndrico com base quadrada, assente em três degraus circulares. Por trás deste pelourinho encontra-se a Casa da Câmara (Domus Municipalis ou Paços do Concelho). Incendiada durante as invasões francesas, foi adquirida pela Câmara Municipal de Leiria em 1834. Serviu também de cadeia.

 



Capela de São João Baptista

 

A capela de São João Baptista, em Monte Real (Leiria), situada junto dos Paços Reais da vila, oferece uma excelente vista sobre Monte Real e alberga uma exposição de vestes e alfaias litúrgicas pertencentes às capelas e igrejas da vila.

 



Fonte da Rainha Santa

 

Localizada na vertente oriental desta colina dolomítica no caminho do rio, fica uma pequena nascente conhecida pela Fonte da Rainha Santa. Pelo facto da Rainha ali ter ido beber varias vezes, a tradição diz que é milagrosa. Era muito procurada pelas mães que não tinham leite para amamentar os seus filhos.




Paços Reais e Capela da Rainha Santa Isabel

 

Planta rectangular formada pela articulação de três corpos, um espaço murado por 4 paredões rematados em merlões, apresentando 2 arcos ogivais e aberto por 2 portas de verga recta, uma das quais, com cornija saliente, acede à CAPELA de frontespício adossado ao paredão com remate em empena angular sobressaindo à altura das ameias e sineira.

Cobertura em telhado diferenciado de 2 águas, prolongando-se em aba corrida sobre sacristia.

Fachada O. composta por contraforte (entre o Paço e Capela), pano da nave e da capela-mor (saliente).

Fachada S. em empena angular aberta por 2 frestas sobrepostas.

Fachada E. em empena recta, aberta na capela-mor por janelão ogival; corpo saliente da nave rasgado por janela recta e contraforte disposto paralelamente à lateral.

INTERIOR de nave única com pavimento lajeado e cobertura em tecto de madeira disposto em três planos, arco triunfal pleno, ladeado por 2 altares, abre para capela-mor de pavimento e cobertura da mesma feição com altar contendo imagem do orago. Iluminação feita pelas janelas da nave e capela-mor. No pavimento lajeado da nave estão dispostas lápides tumulares oitocentistas