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Praias
O Concelho da Marinha Grande é banhado por várias praias tendo maior notoriedade as praias de S. Pedro de Moel e a da Vieira.
A Praia de São Pedro de Moel, localizada a cerca de nove quilómetros da Marinha Grande, é uma estância balnear rodeada pelo Pinhal de Leiria.
A sul da Praia de São Pedro de Moel, encontramos a Praia de Água de Madeiros que faz a divisão do concelho da Marinha Grande do de Alcobaça.
A norte de São Pedro de Moel, surgem a Praia da Concha, assim denominada pela sua forma, e a Praia das Pedras Negras, que conta com um extenso areal.
Perto da foz da Ribeira de São Pedro, encontramos ainda a Praia Velha, "Praia Dourada" com um areal de cerca de um quilómetro e meio. Mais para Norte, a cerca de nove quilómetros da sede do concelho, surge a Praia da Vieira. Para além do extenso areal, o artesanato e a gastronomia são referências sempre presentes nesta praia típica.
Parque do Engenho
O Parque do Engenho deve o seu nome a um engenho de serrar madeira construído em 1724, por ordem de D. João V. Para facilitar o transporte de toros de madeira para S. Martinho do Porto, o Marquês de Pombal mandou construir uma serração, movida a energia eólica, a nascente do Pinhal de Leiria.
O moinho de serrar madeira, ou engenho, não teve, no entanto, uma vida longa. Devido a um incêndio, o Parque do Engenho foi abandonado e outras serrações movidas a água foram implantadas junto aos ribeiros no interior da mata.
Em 1826, implanta-se um viveiro no Parque do Engenho, onde se reproduziam diversas espécies de árvores.
Localizado na EN 242, sentido Marinha Grande – Vieira de Leiria, o arque do Engenho pode ainda hoje ser visitado.
Praça Guilherme Stephens
A Praça Stephens acolhe em seu redor um conjunto de edifícios de traça pombalina do século XVII.
Destaca-se o edifício dos Paços do Concelho, antiga dependência da vizinha Fábrica Escola Irmãos Stephens.
O nome desta praça e busto que adorna o seu centro é uma homenagem ao industrial inglês Guilherme Stephens.
Antiga Fábrica de Resinagem
A antiga fábrica de resinagem da Marinha Grande funcionou desde 1860 até 1942, tendo nesse ano o edifício sido adaptado para Mercado Municipal, funcionando até aos dias de hoje.
Casa-Museu Afonso Lopes Vieira
Situada na praia onde o poeta leiriense foi beber inspiração para a sua vasta obra literária, a "casa-búzio" de Afonso Lopes Vieira (1878-1946) alberga actualmente as memórias dessa figura. Foi nesta casa que Afonso Lopes recebia amigos, escritores, músicos, sábios e pintores.
A casa, da autoria do arquitecto Rui Lino, contém no seu interior vários objectos pessoais do poeta, nomeadamente colecções de desenho e peças de arte.
Obras de poesia, teatro e romance de Afonso Lopes Vieira são outros elementos do espólio.
Depois da morte do poeta, em 1946, a casa foi entregue à Câmara Municipal da Marinha Grande para funcionar como colónia balnear para os filhos de operários vidreiros e guardas florestais.
Foi ainda criado um espaço de evocação à memória de Afonso Lopes Vieira: a actual Casa-Museu.
Museu Santos Barosa
Inaugurado em 1989, no âmbito das comemorações do primeiro centenário da fábrica de vidro Santos Barosa, este museu reúne a história de uma das mais dinâmicas e bem sucedidas empresas do concelho.
Instalado num edifício dos princípios do século XX, o museu expõe objectos e utensílios usados na produção manual do vidro e a reconstituição da entrada de um forno.
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